Um espaço para pensar com quem já esteve lá
Processo individual para executivos que precisam de mais do que uma resposta — precisam de repertório para construir as suas.
Para quem é a mentoria executiva?
A mentoria executiva é para quem está em transição ou diante de um desafio que exige mais do que competência técnica. Isso inclui executivos que acabaram de assumir uma promoção e precisam reposicionar a forma como lideram, profissionais migrando para uma empresa de cultura muito diferente da anterior, líderes que herdaram um time em crise e precisam construir autoridade rapidamente, e sucessores em fase de preparação formal ou informal para assumir um cargo maior.
Também trabalho com executivos que simplesmente chegaram num momento de inflexão — aquele ponto em que a pergunta "estou no caminho certo?" não tem resposta óbvia. Não precisa ter uma crise visível para valer o processo.
A mentoria não é indicada para quem busca treinamento técnico-operacional (gestão de projetos, domínio de ferramentas, atualização de área funcional). Para esses casos, há formações e cursos mais adequados. O que ofereço aqui é repertório de liderança, perspectiva e método de pensamento — não conteúdo técnico.
Como funciona?
O processo começa com um diagnóstico inicial: uma conversa estruturada para entender onde você está, o que está em jogo e o que você quer que seja diferente ao final do processo. Esse diagnóstico define a âncora do trabalho — sem ela, os encontros viram conversa sem norte.
A partir daí, os encontros acontecem em formato quinzenal, com duração aproximada de 75 minutos cada. A agenda de cada sessão é do mentorado — você chega com o que está ocupando mais espaço na sua cabeça. Meu papel é trazer repertório, questionar os pressupostos, oferecer perspectivas que não estão visíveis de dentro, e ajudar a organizar o pensamento para a decisão ou ação.
O ciclo mínimo é de três meses. É o tempo necessário para que o processo tenha profundidade real — não apenas algumas conversas inspiradoras. Muitos processos se estendem além disso, mas a decisão de continuar é sempre revisada ao final de cada ciclo.
Devolutivas escritas são opcionais: quando fazem sentido para o contexto (por exemplo, síntese de uma decisão importante ou mapa de stakeholders), entrego um documento curto como registro. Não é regra — é um recurso disponível quando agrega.
Que temas costumam aparecer?
Cada processo é único, mas alguns temas aparecem com frequência — independentemente do setor ou do nível hierárquico. Eles refletem os desafios que mais marcam as transições de liderança:
- Posicionamento e construção de autoridade na função
- Gestão de stakeholders e navegação política organizacional
- Decisões difíceis: demitir, promover, mudar escopo ou área
- Construção e desenvolvimento de time
- Transição cultural em fusões, aquisições ou mudanças de liderança
- Conflitos com pares, sócios ou acionistas
- Autogestão emocional em contextos de alta pressão
Esses temas não são uma lista fechada. O que define a pauta é sempre o que está sendo vivido agora — não um roteiro pré-definido.
Mentoria ou coaching?
A diferença é real e vale entender antes de contratar qualquer coisa. Na mentoria, o mentor traz repertório: experiência acumulada, modelos mentais, perspectivas de quem já navegou situações parecidas. Há troca de conhecimento, não apenas de perguntas. No coaching, o profissional estimula a descoberta interna — o processo parte do pressuposto de que o cliente tem as respostas e precisa de um espaço estruturado para acessá-las.
Na prática, os limites se cruzam. Tenho a certificação Certificação PCC® — Professional Certified Coach (SLAC) e opero com rigor metodológico de coaching quando o momento pede reflexão e autopercepção. Mas também trago repertório direto quando o contexto exige: frameworks, exemplos, perspectivas de outros líderes em situações similares, questionamentos baseados em padrões que vi se repetir em processos anteriores.
A forma como me movo entre os dois depende do que você precisa em cada sessão. Alguns momentos pedem que eu compartilhe o que vejo. Outros pedem que eu cale e deixe o espaço trabalhar. Esse discernimento é parte do que diferencia um bom processo de um encontro genérico.
Perguntas frequentes
Sim. Os encontros acontecem por videoconferência como padrão. Para executivos fora de Blumenau ou com agenda intensa, o formato remoto é o mais frequente — e funciona muito bem. Quando há possibilidade de encontro presencial, pode ser combinado pontualmente.
O valor varia conforme a frequência dos encontros, a duração do ciclo e o contexto do processo. Solicite uma conversa inicial — sem compromisso — para entender o que faz sentido para a sua situação antes de falarmos sobre valores.
Sim, com uma ressalva importante: o processo de mentoria executiva é confidencial e centrado na agenda do mentorado, não da empresa. Se o objetivo for desenvolvimento alinhado a uma estratégia organizacional, o formato de consultoria de pessoas pode ser mais adequado. Posso ajudar a avaliar qual abordagem faz mais sentido.
Atendo executivos em diferentes estágios — desde coordenadores sênior em primeira transição para gestão até diretores e CEOs em inflexões estratégicas. O critério não é o título: é o momento de carreira. Se você está diante de um novo escopo, uma responsabilidade maior ou uma decisão que define trajetória, o processo pode ser relevante.
Pronto para ter esse espaço para si?
A primeira conversa é sem compromisso. Vamos entender se o processo faz sentido para o seu momento antes de qualquer decisão.
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